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Eike e Cabral podem pegar pena superior a 40 anos

Eike e Cabral podem pegar pena superior a 40 anos - Pensa Mais Brasil

O MPF-RJ - Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, denunciou o empresário Eike Batista e o ex-governador Sérgio Cabra à justiça.

Eike foi denunciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro, enquanto Cabral foi denunciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Se Eike for considerado culpado, poderá pegar até 44 anos de prisão. Já Sérgio Cabral poderá ser sentenciado a até 50 anos de prisão, informa o Estadão.

As denúncias são frutos da Operação Eficiência e da Operação Calicute, desmembramentos da atuação da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro.

Edson Fachin é o novo relator da Lava Jato no STF

Edson Fachin é o novo relator da Lava Jato no STF - Pensa Mais Brasil

O ministro Edson Fachin foi sorteado de forma eletrônica para ser o novo relator da Operação Lava Jato no STF - Supremo Tribunal Federal, informa a Globo News.

Fachin substituirá o então ministro Teori Zavascki, morto em um acidente de avião no dia 19 de janeiro. O sorteio ocorreu entre os ministro da segunda turma.

Além do novo relator, fazem parte da Segunda Turma os ministros: Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

Carmen Lúcia do STF homologa as delações da Odebrecht

Carmen Lúcia do STF homologa as delações da Odebrecht - Pensa Mais Brasil

A ministra Carmen Lúcia, presidente do STF - Supremo Tribunal Federal, homologou, na manhã desta segunda-feira, 30 de janeiro, as delações dos mais de 70 executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Todo o material agora será encaminhado para a PGR - Procuradoria-Geral da República, que vai decidir sobre quais pontos irá pedir investigações.

As inscrições são do "Fala Brasil", programa jornalístico da Record.

Lava Jato retoma atividades e denuncia Mariano Marcondes

Lava Jato retoma atividades e denuncia Mariano Marcondes - Pensa Mais Brasil

O MPF - Ministério Público Federal denunciou na última quarta-feira, 11 de janeiro, o executivo Mariano Marcondes Ferraz na Operação Lava Jato, que retoma as suas atividades neste ano de 2017.

A Procuradoria da República do Paraná acusa o executivo por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por ter pago propina no valor total de US$ 868, 450 mil dólares ao ex-diretor da Petrobrás para obter a renovação do contrato firmado entre a Decal do Brasil, empresa representada por Mariano Marcondes, e a Petrobrás.

Leia a denúncia aqui

Mariano Marcondes Ferraz é marido da atriz Luiza Valdetaro.

Ex-gerente de Abreu e Lima é indiciado pela Polícia Federal

Ex-gerente de Abreu e Lima é indiciado pela Polícia Federal - Pensa Mais Brasil

O engenheiro Glauco Legatti, ex-gerente da Refinaria de Abreu e Lima, foi indiciado pela Polícia Federal pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva no esquema organizado de corrupção lavagem de dinheiro no âmbito da Petrobras.

O ex-gerente da refinaria confessou ter recebido propina da Odebrecht, diz o Estadão.

A PF também indiciou o lobista Shinko Nakandakari e o executivo Erton Medeiros Fonseca pela prática dos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e pertinência organização criminosa.

Equador também proíbe contratos com a Odebrecht

Equador também proíbe contratos com a Odebrecht - Pensa Mais Brasil

Assim como o Panamá e o Peru, a justiça do Equador também proibiu a empreiteira Odebrecht de firmar contratos com instituições públicas no País durante as investigações do Ministério Público local.

De acordo com o Estadão, as obras públicas internacionais executadas pela Odebrecht, representa 80% d faturamento da empreiteira.

O relatório do Departamento de Justiça americano dizia que a Odebrecht é suspeita de pagar US$ 33,5 milhões em propinas, entre 2007 e 2016, para obter contratos de US$ 116 milhões.

STJ mantém ex-ministro Palocci na prisão da Lava Jato

STJ mantém ex-ministro Palocci na prisão da Lava Jato - Pensa Mais Brasil

Preso preventivamente na 35.ª fase da Operação Lava Jato, desde 26 de setembro, o ex-ministro Antonio Palocci, nos governos de Lula e Dilma, continuará preso, pois a presidente do STJ - Superior Tribunal de Justiça, a ministra Laurita Vaz negou pedido da defesa.

De acordo com informações do site do STJ, a ministra Laurita Vaz citou ainda entendimento do STJ no sentido de que se justifica a prisão preventiva para garantia da ordem pública "havendo fortes indícios da participação do ex-ministro Palocci em organização criminosa, em crimes de corrupção passiva e de lavagem de capitais, todos relacionados com fraudes em contratos públicos dos quais resultaram vultosos prejuízos a sociedade de economia mista e, na mesma proporção, em seu enriquecimento ilícito e de terceiros".