Por ter cuspido em Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na votação do impeachment que cassou o mando de Dilma, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) pode ser suspenso do exercício de seu mandado por 120 dias ou 4 meses.
É o que defende no Conselho de Ética da Câmara, o relator do processo, o deputado Ricardo Izar (PP-SP), informa o Estadão.
No parecer de seu relatório que foi apresentado na tarde da última terça-feira, Ricardo Izar diz que é inegável a "natureza injuriosa" do ato e que a cusparada "macula a honra objetiva" da Câmara.

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